Algo que sempre me fez confusão são as barras, normalmente de cor escura, colocadas sobre uma imagem de alguém quando publicada nos media, de forma a evitar a identificação do indivíduo em questão.
Pois bem, tenho uma novidade para as pessoas que inventaram essas barras: elas não funcionam. Remeto para o exemplo acima.
O caro leitor poderá argumentar que se tratam de figuras públicas, sobejamente conhecidas, o que facilita a sua identificação. Mesmo com esse protetor de identidade sobre a parte superior do rosto.
Mas, se pensarmos bem, essas barras têm como objetivo impedir que alguém que conheça essas pessoas, não as identifique. As demais, não conhecem. Logo à partida a sua identidade já está protegida. Está na altura de atualizar essas barras. Fazer tipo a versão 2.0. Foi o que fiz com a minha foto neste blogue, já que a minha intenção é manter a minha identidade secreta, pois temo atentados a minha vida pelos eventuais leitores destes textos.
A versão 2.0 inclui vários melhoramentos ao nível da proteção da identidade do indivíduo cuja identidade se pretende permaneça secreta: a mais evidente, é a ausência da imagem do indivíduo, utilizando-se apenas a barra. Concordará, o caro leitor, que esta versão 2.0 é muito mais eficaz do que as anteriores.
Pois bem, tenho uma novidade para as pessoas que inventaram essas barras: elas não funcionam. Remeto para o exemplo acima.
O caro leitor poderá argumentar que se tratam de figuras públicas, sobejamente conhecidas, o que facilita a sua identificação. Mesmo com esse protetor de identidade sobre a parte superior do rosto.
Mas, se pensarmos bem, essas barras têm como objetivo impedir que alguém que conheça essas pessoas, não as identifique. As demais, não conhecem. Logo à partida a sua identidade já está protegida. Está na altura de atualizar essas barras. Fazer tipo a versão 2.0. Foi o que fiz com a minha foto neste blogue, já que a minha intenção é manter a minha identidade secreta, pois temo atentados a minha vida pelos eventuais leitores destes textos.
A versão 2.0 inclui vários melhoramentos ao nível da proteção da identidade do indivíduo cuja identidade se pretende permaneça secreta: a mais evidente, é a ausência da imagem do indivíduo, utilizando-se apenas a barra. Concordará, o caro leitor, que esta versão 2.0 é muito mais eficaz do que as anteriores.
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